terça-feira, 30 de julho de 2013

Atividade Guia Didática - 4 - Propostas de atividades para curso presencial contemplando todos os estilos

A arte da oratória - Como falar em público.

Objetivo
Reconhecer os agentes de um processo de comunicação eficaz;
Identificar as etapas de uma apresentação;
Utilizar técnicas para desenvolver uma apresentação eficiente;
Evitar os principais vícios cometidos durante uma apresentação.
Vencer o medo de falar em público.

Público alvo
Todas as pessoas que desejam desenvolver a arte de se comunicar de forma eficaz e com isso obter vantagens, benefícios  e sucesso no campo profissional e pessoal.

Conteúdo:
Unidade 1 
O que é oratória;
Oratória e retórica;
História da oratória;
Grandes oradores da história;
A oratória na atualidade;

Metodologia
Unidade 1 - Aulas práticas e teóricas, presenciais, divididas em 04 encontros de 3 horas cada.

Recursos instrucionais
Material de apoio impresso.
Sugestão de leitura: Artigos e textos.
Exercícios e atividades em sala de aula.
Vídeos que serão exibidos em sala de aula.

Indicador para avaliação de eficácia
Treinamentos e atividades em sala de aula em cada encontro;

Unidade 1:
Na primeira unidade perpassaremos pela retórica, a história da oratória, os grandes oradores da história e a oratória na atualidade. 

Abaixo, seguem os temas das aulas 1, 2, 3 e 4 e as suas atividades. Todas contemplam os diferentes estilos de aprendizagem.

Tema de cada aula

Atividades
Estilo de Aprendizagem

O que é oratória;

Leitura de artigos e textos
Estilo
Teórico

História da oratória;

Leitura dos artigos e textos e elaboração de mapa mental sobre o tema.
Estilo Reflexivo

Grandes oradores da história;

Atividade de pesquisa e criação de vídeo ou apresentação Prezi sobre o conteúdo
Estilo
Pragmático
A oratória na atualidade;
Grupos de 04 pessoas:
Discussão sobre o tema e produção de  apresentação (livre, por meio de slides, vídeos, entre outras) de propostas e sugestões  para apresentações de sucesso
Estilo Ativo


Guia didática 3 - Resenha dos artigos 1, 2 e 3

Após leitura dos textos da Guia Didática 3 pode-se afirmar que:

Pelo espaço virtual é possível aprender de diversas formas diferentes de como se aprende no ensino presencial. A educação a distância (EaD) tem seus elementos próprios e a educação presencial também. Os estilos de aprendizagem possuem algumas características de serem identificadas nesse contexto.
Existem algumas diretrizes de como aprender e ensinar no virtual. São elas:

  • ·         O atendimento das individualidades dos estudantes;
  • ·         Ênfase no processo metodológico;
  • ·         Ampliação das possibilidades de aprendizagem no processo educativo à distância.

É necessário destacar que não se pode determinar uma atividade para cada estilo, mas sim, a forma de construir a atividade com as características de cada estilo, ou seja, sempre trabalhar os estilos de aprendizagem em um contexto diversificado.

Não só importante para o aluno saber qual seu estilo de aprendizagem, mas também o professor para melhorar sua prática pedagógica.

Promovendo diferentes experiências a partir dos diversos  estilos de aprendizagem é possível ampliar a capacidade de aprendizagem por meio da vivência em diferentes situações da colaboração efetiva entre pessoas de estilos diferentes, desenvolver os outros estilos, tornando a aprendizagem mais prazerosa e mais significativas.

Os principais elementos da EaD são o virtual, a interatividade, o tempo, o espaço e a complexidade na produção do conhecimento. Considerando esses elementos diferenciadores denominaram-se estilos de uso do espaço virtual que são:

Estilos de uso participativo no espaço virtual (Nível A): Necessidade de metodologias e materiais que priorizem o contato om grupos on line.
Estilos de uso de busca e pesquisa no espaço virtual (Nível B): Necessidade de fazer pesquisa on line.
Estilo de Estruturação e Planejamento no Espaço Virtual (Nível C): Necessidade de desenvolver atividades que valorizem os aplicativos para elaborar os conteúdos e atividades de planejamento.
Estilo de Ação Concreta e Produção no Espaço Virtual (Nível D):  Viabilizar com rapidez é um dos eixos centrais deste estilo de uso.

É essencial ressaltar que EaD não é sinônimo de inovação pedagógica, pois existem muitos exemplos de EaD cuja abordagem pedagógica continua tradicional, mera transmissão de informação.

Kolb analisou que uma aprendizagem eficaz precisa de 04 etapas: experiência concreta, observação reflexiva, conceituação abstrata e experimentação ativa. Kolb (apud Alonso e Gallego) definiram 4 estilos de aprendizagem e os denominou como: acomodador (ponto forte: execução, experimentador), divergente (confronta as situações a partir de múltiplas perspectivas, imaginador) , assimilador (que se baseia na criação de modelos teóricos, cuja ferramenta é o raciocínio indutivo), e o convergente (cujo ponto forte é a aplicação prática das ideias).

Os estilos de uso no espaço virtual são níveis de utilização dos aplicativos e ferramentas baseadas entre outras características na busca de informação, no planejamento e na imagem.

Segundo Alonso e Gallego (2002), os pesquisadores Rita e Kennethy Dunn alguns elementos influenciaram na aprendizagem de forma positiva ou negativa dependendo do estilo de aprendizagem de cada indivíduo. As variáveis que influenciam na maneira de aprender das pessoas são: a necessidade imediata (som, luz, temperatura, etc), a própria emoção, as necessidades sociológicas de trabalho pessoal, as necessidades físicas de alimentação, tempo, mobilidade e percepção e as necessidades psicológicas globais, reflexivas, impulsivas e dominância cerebral.

Os estilos de coaprendizagem são formas diferentes de coaprender, aprender em rede de forma colaborativa, interativa e participativa. Sobre a aprendizagem colaborativa, Barragán (2008) uma questão básica para o trabalho colaborativo é a formação de grupos, acrescentando que na aprendizagem colaborativa a forma como os estudantes se agrupam pode afetar os resultados de aprendizagem, positivamente ou negativamente.

Sobre a aprendizagem aberta,  a pesquisadora Okada (2011b, p10) ressalta que “os aprendizes são capazes de se guiarem no seu processo de aprendizagem de forma crítica, colaborativa e transformadora”. Seus estudos (Okada 2011c, p12) “permitem enfatizar que esta autogestão da aprendizagem via espaços abertos colaborativos inclui, não apenas a aprendizagem coletiva das redes sociais, mas também a aprendizagem personalizada centrada no aprendiz ativo e crítico (Okada et al., 2009). Neste sentido, as práticas educacionais via coletividades de pesquisa na web 2.0 reconhecem:  1- os aprendizes como agentes transformadores; 2- a natureza emergente e colaborativa da aprendizagem; 3- metametodologias no processo do design educacional; 4- o metacurrículo como currículo vivo, flexível e aberto a mudanças; 5- o conhecimento compartilhado e aplicado em situações vivas e contextos reais.”

Estilos de Aprendizagem
Estilos de uso do espaço virtual para a coaprendizagem
Indicadores para a coaprendizagem
Ativo
Estilo de uso participativo em rede
Gosta de participar. Realiza trabalhos em grupos online.Busca situações online.Participa em fóruns de discussão.
Reflexivo
Estilo de uso busca e pesquisa em rede
Gosta de pesquisar. Busca informação.
Teórico
Estilo de estruturação e planejamento em rede
Organiza e planifica a participação.
Pragmático
Estilo de ação concreta e produção em rede.
Concretiza e produz a partir dos resultados da aprendizagem